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História infantil e desenvolvimento emocional na escola

Uma história infantil bem contada provoca identificação emocional, estimula o pensamento simbólico e ajuda a criança a nomear o que sente — tudo isso sem que ela perceba que está aprendendo. Pesquisas em psicologia do desenvolvimento confirmam que o contato regular com narrativas fortalece competências socioemocionais, amplia o vocabulário e desenvolve funções cognitivas como atenção, memória e raciocínio sequencial. Esse conjunto de efeitos coloca a literatura infantil em posição central no desenvolvimento da criança — não como atividade de entretenimento reservada aos momentos livres, mas como prática pedagógica com objetivos claros e resultados mensuráveis. Emoções em cena Quando uma criança acompanha um personagem enfrentando o medo de dormir sozinho, a tristeza de perder um amigo ou a raiva de ser tratada de forma injusta, ela está exercitando a inteligência emocional. A ficção oferece distância segura para lidar com sentimentos intensos — o que seria difícil de processar diretamente se torna manejável quando mediado pela narrativa. Contos clássicos como "O Patinho Feio", "João e Maria" e "A Bela e a Fera" não são apenas histórias de aventura. Cada um deles aborda conflitos emocionais universais — inadequação, abandono, medo do diferente — que ressoam na experiência concreta de crianças em diferentes fases do desenvolvimento. Ao acompanhar como os personagens enfrentam esses conflitos, os pequenos constroem repertórios emocionais que usarão em suas próprias situações. "Quando a criança se identifica com um personagem, ela aprende a olhar para dentro sem perceber que está fazendo isso", afirma Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. "A história cria um espelho seguro para sentimentos que, às vezes, a criança não sabe nem que tem". O pensamento simbólico e o que ele abre Histórias com dragões, florestas encantadas, objetos mágicos e animais que falam não são apenas fantasia: são a linguagem natural do pensamento infantil em formação. Ao processar que a bruxa pode representar um medo interno ou que o objeto mágico simboliza um recurso que o personagem já carregava consigo, a criança desenvolve o pensamento simbólico — capacidade de compreender que uma coisa pode representar outra. Esse raciocínio é a base de praticamente todo aprendizado formal posterior. Na alfabetização, letras representam sons. Na matemática, números representam quantidades. Nas ciências, modelos representam fenômenos reais. A criança que exercitou o pensamento simbólico por meio das narrativas chega a esses campos com uma vantagem cognitiva concreta. O psicanalista Carl Gustav Jung identificou nas histórias infantis a presença de arquétipos — padrões que aparecem em culturas diferentes e ao longo do tempo, como o herói, o sábio, a figura protetora, a sombra. Esses elementos ajudam a criança a organizar sua compreensão sobre o mundo e sobre si mesma, oferecendo estruturas simbólicas para processar experiências que ainda não sabe articular em palavras. Empatia, valores e convivência A empatia se desenvolve quando a criança aprende a ocupar o ponto de vista de outra pessoa. As histórias oferecem esse exercício de forma sistemática: acompanhar um personagem significa, por definição, ver o mundo pelos olhos de alguém diferente de você. Esse processo tem efeitos diretos na convivência social. Crianças expostas regularmente à literatura tendem a apresentar maior facilidade para reconhecer as emoções dos outros, o que se reflete em relações mais colaborativas e menos conflituosas dentro e fora da escola. A construção de valores também acontece por essa via. Fábulas como "A Tartaruga e a Lebre" e "Os Três Porquinhos" não impõem lições morais — elas apresentam situações e deixam a criança chegar às suas próprias conclusões. Esse processo de construção ativa é muito mais eficaz do que a instrução direta, porque envolve raciocínio, julgamento e identificação pessoal. "A história bem escolhida faz a criança pensar, e pensar sobre valores é o começo da formação do caráter", reforça Derval Fagundes de Oliveira. Como a escola e a família potencializam esse aprendizado A forma de apresentar a história influencia diretamente seu impacto. Um contador que usa entonação variada, expressões faciais e gestos cria uma experiência multissensorial que aumenta o engajamento e facilita a compreensão — especialmente para crianças que ainda não leem. O uso de fantoches, objetos e ilustrações amplia esse efeito, mas o elemento central permanece sendo a relação entre quem conta e quem ouve. Depois da história, a conversa sobre o que foi narrado tem valor pedagógico próprio. Perguntas abertas — "O que você teria feito no lugar do personagem?" ou "Como você acha que ele se sentiu naquele momento?" — desenvolvem oralidade, pensamento crítico e capacidade argumentativa. Esse espaço de reflexão transforma a contação em experiência coletiva de aprendizado. Em casa, o papel da família é insubstituível. Crianças que ouvem histórias regularmente antes de dormir criam associações positivas com os livros desde cedo. Ver adultos lendo, ter livros acessíveis no ambiente doméstico e participar de conversas sobre personagens e tramas são fatores que influenciam diretamente a formação de leitores. A transição da escuta para a leitura autônoma tende a ocorrer de forma natural quando a criança construiu uma relação prazerosa com as narrativas. O hábito da leitura, uma vez estabelecido, sustenta ganhos que se acumulam ao longo de toda a vida escolar: vocabulário mais amplo, maior capacidade de compreensão de textos, pensamento crítico mais desenvolvido e facilidade para aprender em qualquer área do conhecimento. Da história à identidade Além dos efeitos cognitivos e emocionais, as narrativas cumprem uma função cultural que costuma passar despercebida: transmitem memória, valores e formas de ver o mundo de uma geração para a próxima. Contos populares brasileiros, lendas indígenas, histórias afro-brasileiras e narrativas de diferentes matrizes culturais apresentam às crianças a diversidade que compõe a identidade nacional. Esse contato com diferentes culturas e cosmovisões, mediado pela ficção, desenvolve respeito à diversidade e senso de pertencimento — a criança aprende que faz parte de algo maior do que sua experiência imediata, e que há sabedoria acumulada nas histórias que chegaram até ela. Quando a literatura infantil ocupa espaço consistente na rotina escolar e familiar, seus efeitos se acumulam de forma silenciosa e duradoura — na criança que consegue nomear o que sente, no estudante que lê com prazer, no jovem que consegue se colocar no lugar do outro. Para saber mais sobre história infantil, visite https://www.culturagenial.com/historias-infantis-contos-para-criancas/ e https://escoladainteligencia.com.br/contacao-de-historias-na-educacao-infantil/  


Data: 20/02/2026

Alegria e orgulho marcam a Festa dos Aprovados no Anglo Salto

Começar o ano comemorando 101 aprovações tem um significado especial. Esse foi o número alcançado pelos alunos do Colégio Anglo Salto, com conquistas em cursos concorridos e em universidades públicas e privadas de todo o país. O número representa disciplina, constância e um trabalho construído ao longo de toda a vida escolar e principalmente durante o Ensino Médio. A Festa dos Aprovados foi um momento de abraços, histórias em celebração e metas para novas etapas de vida. Ao lado dos professores, os estudantes comemoraram cada resultado: com orgulho e alegria!   Uma celebração que uniu duas unidades A comemoração aconteceu na Chácara Primavera, entre Itu e Salto, reunindo alunos das duas unidades. O encontro reforçou a parceria entre os colégios e transformou o evento em uma grande celebração coletiva. Enquanto o Anglo Salto comemora 101 aprovações, o Anglo Itu celebra 94 conquistas em universidades de todo o Brasil, veja Festa da aprovação 2026 | Colégio Anglo Itu. Juntas, as unidades mostraram que dedicação, método e acompanhamento geram resultados consistentes. A festa teve abadás personalizados, música com DJ, escola de samba, churrasco e muitos registros emocionantes. Mas o que realmente marcou a noite foi a energia de realização. Cada família presente sabia o tamanho do caminho percorrido até ali. Segundo o diretor, Derval Fagundes de Oliveira, o diferencial está na proximidade. “O compromisso não é genérico, é individual. A equipe acompanha passo a passo, identifica dificuldades, reconhece avanços e comemora cada conquista junto com o estudante”, afirma. Preparação que acontece todos os dias Resultados assim não nascem apenas na véspera do vestibular. Eles são construídos na rotina. No Anglo Salto, o acompanhamento é próximo e individual. Coordenadores e professores monitoram o desempenho de cada estudante, analisam estratégias de estudo, ajustam rotas quando necessário e oferecem feedback constante. A proposta é simples: entender que cada aluno tem ritmo, desafios e sonhos próprios. Os simulados periódicos cumprem um papel importante nesse processo. Mais do que medir conteúdo, eles treinam gestão de tempo, controle emocional e postura diante da prova. O aluno aprende a administrar ansiedade, interpretar enunciados com atenção e tomar decisões estratégicas. A redação recebe atenção especial. A prática frequente, as correções detalhadas e o desenvolvimento de repertório ajudam o estudante a construir argumentos consistentes e claros. Em cursos de alta concorrência, cada ponto conta e esse cuidado tem sido determinante. Veja nesta matéria: Redação no topo do Enem | Colégio Anglo Salto e Redação | Colégio Anglo Salto Além disso, os aulões temáticos reforçam conteúdos estratégicos, revisam pontos de maior incidência nas provas e consolidam a segurança dos alunos para enfrentar qualquer modelo de vestibular. Preparação vestibular | Colégio Anglo Salto   Muito além da aprovação A Festa dos Aprovados vai além da comemoração de resultados. Ela simboliza o fechamento de um ciclo e o início de outro. Entre os 101 alunos do Anglo Salto, existem histórias de superação, de persistência diante das dificuldades e de amadurecimento ao longo dos anos. Quem passa pelo Anglo Salto não leva apenas uma aprovação. Leva disciplina, método, autonomia e confiança para enfrentar os próximos desafios acadêmicos. A Festa dos Aprovados foi, acima de tudo, um agradecimento coletivo: aos professores que orientam, às famílias que apoiam e aos alunos que não desistem. Porque cada conquista celebrada ali começou muito antes da prova — começou na decisão de se dedicar todos os dias. E quando o trabalho é contínuo, os resultados aparecem.  


Data: 18/02/2026

Alfabetização e emoções caminham juntas no aprendizado

O estado emocional de uma criança determina, em grande medida, sua capacidade de absorver novos conhecimentos. Durante a alfabetização, esse fator se torna ainda mais evidente. Estudos em neurociência educacional mostram que crianças ansiosas, inseguras ou sob pressão excessiva apresentam maior dificuldade para consolidar aprendizagens relacionadas à leitura e escrita. O córtex pré-frontal, região cerebral responsável por funções como atenção, memória de trabalho e planejamento, tem seu funcionamento comprometido quando a criança está emocionalmente desregulada. Crianças que associam a alfabetização a momentos prazerosos desenvolvem motivação intrínseca para aprender. Quando uma família lê histórias antes de dormir, cria memórias afetivas positivas vinculadas aos livros. Quando um professor celebra pequenas conquistas sem dramatizar erros, transmite a mensagem de que aprender envolve tentativas e ajustes. Esses contextos emocionais favoráveis fazem diferença mensurável no processo de aprendizagem, tornando a criança mais receptiva, curiosa e persistente. Vínculos afetivos como base para o aprendizado A qualidade das relações entre criança e adultos alfabetizadores impacta diretamente os resultados educacionais. Professores que estabelecem vínculos genuínos com seus alunos, demonstrando interesse sincero por suas dificuldades e progressos, criam condições muito mais favoráveis à aprendizagem. Da mesma forma, pais que dedicam tempo para ouvir as experiências escolares dos filhos, sem julgamentos ou comparações, fortalecem a confiança necessária para enfrentar os desafios da leitura e da escrita. Momentos de leitura compartilhada entre pais e filhos exemplificam como afeto e aprendizado se entrelaçam. Quando um adulto lê para uma criança, oferece muito mais que palavras: oferece atenção exclusiva, proximidade física, entonação que dá vida aos personagens, possibilidade de fazer perguntas e comentários. Essas experiências criam associações positivas com os livros que se estendem para além da infância, formando leitores que buscam a leitura não por obrigação, mas por prazer genuíno. "A alfabetização acontece sempre dentro de relações humanas, e crianças aprendem melhor quando se sentem seguras e valorizadas", destaca Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. Essa segurança emocional permite que a criança arrisque, experimente e erre sem medo de reprovação, elementos fundamentais em qualquer processo de aprendizagem significativa. Respeitar o ritmo individual reduz sofrimento Comparações entre crianças representam uma das principais fontes de ansiedade durante a alfabetização. Cada criança possui um trajeto único de desenvolvimento, influenciado por fatores neurológicos, cognitivos, culturais e emocionais. Algumas apresentam prontidão para a leitura mais cedo, outras precisam de tempo adicional para alcançar a maturidade necessária. Pressionar uma criança que ainda não está pronta gera frustração, baixa autoestima e pode criar bloqueios que dificultarão aprendizagens futuras. Respeitar o ritmo individual não significa ausência de exigência ou falta de compromisso com a aprendizagem. Significa compreender que desenvolvimento humano não segue cronogramas rígidos e que forçar etapas pode ser contraproducente. Pais e educadores precisam calibrar expectativas, observar sinais de prontidão e oferecer desafios adequados ao momento de cada criança. Crianças que vivenciam situações emocionalmente difíceis - como separação dos pais, mudanças de cidade, perdas familiares ou nascimento de irmãos - frequentemente apresentam dificuldades temporárias de aprendizagem. A energia emocional necessária para processar essas experiências compete com a energia cognitiva exigida pela alfabetização. Nesses momentos, acolhimento e ajustes temporários nas expectativas são mais importantes que insistência em manter o ritmo anterior. O poder do lúdico na construção do conhecimento Brincar é a linguagem natural da infância e representa o caminho mais eficaz para aprendizagens significativas. Jogos com letras móveis, caça ao tesouro com pistas escritas, criação de histórias em quadrinhos, teatro de fantoches, brincadeiras com rimas e trava-línguas tornam a alfabetização mais atrativa e menos árida. Quando a criança brinca enquanto aprende, ela se engaja de forma mais profunda, experimenta sem medo de julgamento e desenvolve habilidades de maneira integrada. Atividades lúdicas também permitem que crianças com diferentes perfis de aprendizagem encontrem caminhos adequados para si. Algumas aprendem melhor através de movimentos corporais, outras preferem manipular objetos concretos, outras ainda se beneficiam de estímulos visuais ou auditivos. Quanto maior a variedade de estratégias lúdicas oferecidas, maiores as chances de que cada criança encontre formas que façam sentido para ela. Massinha de modelar para formar letras, pintura de palavras, jogos de memória com sílabas, músicas que exploram sons da língua são exemplos de recursos que desenvolvem habilidades enquanto mantêm o interesse e a motivação da criança. "Quando integramos brincadeiras ao processo de alfabetização, respeitamos a natureza infantil e tornamos o aprendizado mais prazeroso e efetivo", afirma Derval Fagundes de Oliveira. Ambiente familiar que estimula sem pressionar Famílias desempenham papel importante na alfabetização, mas não precisam se transformar em extensões da sala de aula. Criar um ambiente favorável envolve práticas simples: disponibilizar livros adequados aos interesses da criança, ler regularmente para ela, demonstrar curiosidade sobre o que está aprendendo, valorizar tentativas mesmo quando imperfeitas, proporcionar materiais diversos para desenhar e escrever. Pais que demonstram paciência diante dos erros transmitem segurança fundamental. Quando uma criança escreve "kaza" em vez de "casa" e o adulto reage com irritação ou excesso de correções, ela pode começar a evitar a escrita por medo de errar. Por outro lado, quando o adulto valoriza o esforço e aproveita a oportunidade para ensinar sem críticas, a criança mantém a disposição para tentar novamente. Limitar o tempo de telas e criar momentos de conversas significativas também contribui para o desenvolvimento linguístico. Crianças que participam de diálogos ricos, que são ouvidas e que têm oportunidades de expressar opiniões desenvolvem vocabulário mais amplo e estruturas linguísticas mais complexas. Essas habilidades orais formam a base sobre a qual a alfabetização se constrói. Construindo autoestima através da competência Crianças que aprendem a ler e escrever experimentam sensação poderosa de autonomia. Conseguir decifrar uma placa na rua, ler um bilhete deixado pelos pais, escrever o próprio nome, acessar informações em um livro representa conquistas que fortalecem o senso de competência. Essas pequenas vitórias, quando reconhecidas e celebradas, constroem autoestima sólida e motivação para enfrentar desafios mais complexos. Por isso, é importante criar oportunidades para que crianças usem a leitura e a escrita de forma funcional e significativa. Escrever listas de compras, ler receitas para fazer um bolo, criar convites, escrever bilhetes para familiares, ler placas e embalagens no supermercado demonstram a utilidade prática dessas habilidades. Quando a criança compreende para que serve a alfabetização, desenvolve motivação mais sólida que quando exposta apenas a exercícios abstratos. A alfabetização bem-sucedida forma não apenas crianças capazes de decodificar textos, mas leitores competentes e apaixonados que buscam nos livros conhecimento, entretenimento e possibilidades de compreender melhor a si mesmos e ao mundo. Esse objetivo ambicioso só se alcança quando aspectos emocionais, relacionais e cognitivos são considerados de forma integrada ao longo de todo o processo.Para saber mais sobre alfabetização, visite https://porvir.org/como-identificar-emocoes/ e https://institutoneurosaber.com.br/artigos/5-estrategias-de-regulacao-emocional-infantil/  


Data: 16/02/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

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Nossa escola também é DIGITAL e os alunos tem a disposição a nova era da Educação! Confira nossas Edtechs.

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Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento e com projetos eficientes. Desde que tudo isso esteja junto.

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