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Alegria e orgulho marcam a Festa dos Aprovados no Anglo Salto

Começar o ano comemorando 101 aprovações tem um significado especial. Esse foi o número alcançado pelos alunos do Colégio Anglo Salto, com conquistas em cursos concorridos e em universidades públicas e privadas de todo o país. O número representa disciplina, constância e um trabalho construído ao longo de toda a vida escolar e principalmente durante o Ensino Médio. A Festa dos Aprovados foi um momento de abraços, histórias em celebração e metas para novas etapas de vida. Ao lado dos professores, os estudantes comemoraram cada resultado: com orgulho e alegria!   Uma celebração que uniu duas unidades A comemoração aconteceu na Chácara Primavera, entre Itu e Salto, reunindo alunos das duas unidades. O encontro reforçou a parceria entre os colégios e transformou o evento em uma grande celebração coletiva. Enquanto o Anglo Salto comemora 101 aprovações, o Anglo Itu celebra 94 conquistas em universidades de todo o Brasil, veja Festa da aprovação 2026 | Colégio Anglo Itu. Juntas, as unidades mostraram que dedicação, método e acompanhamento geram resultados consistentes. A festa teve abadás personalizados, música com DJ, escola de samba, churrasco e muitos registros emocionantes. Mas o que realmente marcou a noite foi a energia de realização. Cada família presente sabia o tamanho do caminho percorrido até ali. Segundo o diretor, Derval Fagundes de Oliveira, o diferencial está na proximidade. “O compromisso não é genérico, é individual. A equipe acompanha passo a passo, identifica dificuldades, reconhece avanços e comemora cada conquista junto com o estudante”, afirma. Preparação que acontece todos os dias Resultados assim não nascem apenas na véspera do vestibular. Eles são construídos na rotina. No Anglo Salto, o acompanhamento é próximo e individual. Coordenadores e professores monitoram o desempenho de cada estudante, analisam estratégias de estudo, ajustam rotas quando necessário e oferecem feedback constante. A proposta é simples: entender que cada aluno tem ritmo, desafios e sonhos próprios. Os simulados periódicos cumprem um papel importante nesse processo. Mais do que medir conteúdo, eles treinam gestão de tempo, controle emocional e postura diante da prova. O aluno aprende a administrar ansiedade, interpretar enunciados com atenção e tomar decisões estratégicas. A redação recebe atenção especial. A prática frequente, as correções detalhadas e o desenvolvimento de repertório ajudam o estudante a construir argumentos consistentes e claros. Em cursos de alta concorrência, cada ponto conta e esse cuidado tem sido determinante. Veja nesta matéria: Redação no topo do Enem | Colégio Anglo Salto e Redação | Colégio Anglo Salto Além disso, os aulões temáticos reforçam conteúdos estratégicos, revisam pontos de maior incidência nas provas e consolidam a segurança dos alunos para enfrentar qualquer modelo de vestibular. Preparação vestibular | Colégio Anglo Salto   Muito além da aprovação A Festa dos Aprovados vai além da comemoração de resultados. Ela simboliza o fechamento de um ciclo e o início de outro. Entre os 101 alunos do Anglo Salto, existem histórias de superação, de persistência diante das dificuldades e de amadurecimento ao longo dos anos. Quem passa pelo Anglo Salto não leva apenas uma aprovação. Leva disciplina, método, autonomia e confiança para enfrentar os próximos desafios acadêmicos. A Festa dos Aprovados foi, acima de tudo, um agradecimento coletivo: aos professores que orientam, às famílias que apoiam e aos alunos que não desistem. Porque cada conquista celebrada ali começou muito antes da prova — começou na decisão de se dedicar todos os dias. E quando o trabalho é contínuo, os resultados aparecem.  


Data: 18/02/2026

Alfabetização e emoções caminham juntas no aprendizado

O estado emocional de uma criança determina, em grande medida, sua capacidade de absorver novos conhecimentos. Durante a alfabetização, esse fator se torna ainda mais evidente. Estudos em neurociência educacional mostram que crianças ansiosas, inseguras ou sob pressão excessiva apresentam maior dificuldade para consolidar aprendizagens relacionadas à leitura e escrita. O córtex pré-frontal, região cerebral responsável por funções como atenção, memória de trabalho e planejamento, tem seu funcionamento comprometido quando a criança está emocionalmente desregulada. Crianças que associam a alfabetização a momentos prazerosos desenvolvem motivação intrínseca para aprender. Quando uma família lê histórias antes de dormir, cria memórias afetivas positivas vinculadas aos livros. Quando um professor celebra pequenas conquistas sem dramatizar erros, transmite a mensagem de que aprender envolve tentativas e ajustes. Esses contextos emocionais favoráveis fazem diferença mensurável no processo de aprendizagem, tornando a criança mais receptiva, curiosa e persistente. Vínculos afetivos como base para o aprendizado A qualidade das relações entre criança e adultos alfabetizadores impacta diretamente os resultados educacionais. Professores que estabelecem vínculos genuínos com seus alunos, demonstrando interesse sincero por suas dificuldades e progressos, criam condições muito mais favoráveis à aprendizagem. Da mesma forma, pais que dedicam tempo para ouvir as experiências escolares dos filhos, sem julgamentos ou comparações, fortalecem a confiança necessária para enfrentar os desafios da leitura e da escrita. Momentos de leitura compartilhada entre pais e filhos exemplificam como afeto e aprendizado se entrelaçam. Quando um adulto lê para uma criança, oferece muito mais que palavras: oferece atenção exclusiva, proximidade física, entonação que dá vida aos personagens, possibilidade de fazer perguntas e comentários. Essas experiências criam associações positivas com os livros que se estendem para além da infância, formando leitores que buscam a leitura não por obrigação, mas por prazer genuíno. "A alfabetização acontece sempre dentro de relações humanas, e crianças aprendem melhor quando se sentem seguras e valorizadas", destaca Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto. Essa segurança emocional permite que a criança arrisque, experimente e erre sem medo de reprovação, elementos fundamentais em qualquer processo de aprendizagem significativa. Respeitar o ritmo individual reduz sofrimento Comparações entre crianças representam uma das principais fontes de ansiedade durante a alfabetização. Cada criança possui um trajeto único de desenvolvimento, influenciado por fatores neurológicos, cognitivos, culturais e emocionais. Algumas apresentam prontidão para a leitura mais cedo, outras precisam de tempo adicional para alcançar a maturidade necessária. Pressionar uma criança que ainda não está pronta gera frustração, baixa autoestima e pode criar bloqueios que dificultarão aprendizagens futuras. Respeitar o ritmo individual não significa ausência de exigência ou falta de compromisso com a aprendizagem. Significa compreender que desenvolvimento humano não segue cronogramas rígidos e que forçar etapas pode ser contraproducente. Pais e educadores precisam calibrar expectativas, observar sinais de prontidão e oferecer desafios adequados ao momento de cada criança. Crianças que vivenciam situações emocionalmente difíceis - como separação dos pais, mudanças de cidade, perdas familiares ou nascimento de irmãos - frequentemente apresentam dificuldades temporárias de aprendizagem. A energia emocional necessária para processar essas experiências compete com a energia cognitiva exigida pela alfabetização. Nesses momentos, acolhimento e ajustes temporários nas expectativas são mais importantes que insistência em manter o ritmo anterior. O poder do lúdico na construção do conhecimento Brincar é a linguagem natural da infância e representa o caminho mais eficaz para aprendizagens significativas. Jogos com letras móveis, caça ao tesouro com pistas escritas, criação de histórias em quadrinhos, teatro de fantoches, brincadeiras com rimas e trava-línguas tornam a alfabetização mais atrativa e menos árida. Quando a criança brinca enquanto aprende, ela se engaja de forma mais profunda, experimenta sem medo de julgamento e desenvolve habilidades de maneira integrada. Atividades lúdicas também permitem que crianças com diferentes perfis de aprendizagem encontrem caminhos adequados para si. Algumas aprendem melhor através de movimentos corporais, outras preferem manipular objetos concretos, outras ainda se beneficiam de estímulos visuais ou auditivos. Quanto maior a variedade de estratégias lúdicas oferecidas, maiores as chances de que cada criança encontre formas que façam sentido para ela. Massinha de modelar para formar letras, pintura de palavras, jogos de memória com sílabas, músicas que exploram sons da língua são exemplos de recursos que desenvolvem habilidades enquanto mantêm o interesse e a motivação da criança. "Quando integramos brincadeiras ao processo de alfabetização, respeitamos a natureza infantil e tornamos o aprendizado mais prazeroso e efetivo", afirma Derval Fagundes de Oliveira. Ambiente familiar que estimula sem pressionar Famílias desempenham papel importante na alfabetização, mas não precisam se transformar em extensões da sala de aula. Criar um ambiente favorável envolve práticas simples: disponibilizar livros adequados aos interesses da criança, ler regularmente para ela, demonstrar curiosidade sobre o que está aprendendo, valorizar tentativas mesmo quando imperfeitas, proporcionar materiais diversos para desenhar e escrever. Pais que demonstram paciência diante dos erros transmitem segurança fundamental. Quando uma criança escreve "kaza" em vez de "casa" e o adulto reage com irritação ou excesso de correções, ela pode começar a evitar a escrita por medo de errar. Por outro lado, quando o adulto valoriza o esforço e aproveita a oportunidade para ensinar sem críticas, a criança mantém a disposição para tentar novamente. Limitar o tempo de telas e criar momentos de conversas significativas também contribui para o desenvolvimento linguístico. Crianças que participam de diálogos ricos, que são ouvidas e que têm oportunidades de expressar opiniões desenvolvem vocabulário mais amplo e estruturas linguísticas mais complexas. Essas habilidades orais formam a base sobre a qual a alfabetização se constrói. Construindo autoestima através da competência Crianças que aprendem a ler e escrever experimentam sensação poderosa de autonomia. Conseguir decifrar uma placa na rua, ler um bilhete deixado pelos pais, escrever o próprio nome, acessar informações em um livro representa conquistas que fortalecem o senso de competência. Essas pequenas vitórias, quando reconhecidas e celebradas, constroem autoestima sólida e motivação para enfrentar desafios mais complexos. Por isso, é importante criar oportunidades para que crianças usem a leitura e a escrita de forma funcional e significativa. Escrever listas de compras, ler receitas para fazer um bolo, criar convites, escrever bilhetes para familiares, ler placas e embalagens no supermercado demonstram a utilidade prática dessas habilidades. Quando a criança compreende para que serve a alfabetização, desenvolve motivação mais sólida que quando exposta apenas a exercícios abstratos. A alfabetização bem-sucedida forma não apenas crianças capazes de decodificar textos, mas leitores competentes e apaixonados que buscam nos livros conhecimento, entretenimento e possibilidades de compreender melhor a si mesmos e ao mundo. Esse objetivo ambicioso só se alcança quando aspectos emocionais, relacionais e cognitivos são considerados de forma integrada ao longo de todo o processo.Para saber mais sobre alfabetização, visite https://porvir.org/como-identificar-emocoes/ e https://institutoneurosaber.com.br/artigos/5-estrategias-de-regulacao-emocional-infantil/  


Data: 16/02/2026

Boletim escolar: como lidar com o impacto emocional nos alunos

O boletim escolar provoca reações intensas em estudantes e famílias. Ansiedade, medo, orgulho e preocupação se misturam no momento em que os números e conceitos revelam o desempenho acadêmico. Para muitas crianças e adolescentes, esse documento representa muito mais que uma avaliação de conhecimentos. Ele pode se tornar, aos olhos do estudante, um julgamento sobre sua capacidade, inteligência e valor pessoal. Compreender o impacto emocional que o boletim exerce sobre os alunos é o primeiro passo para transformar esse instrumento em ferramenta de diálogo e orientação. Crianças e adolescentes em processo de formação da identidade tendem a interpretar notas baixas como confirmação de incapacidade. Um estudante que recebe repetidamente avaliações negativas pode internalizar a crença de que não é inteligente ou capaz de aprender. Esse processo de rotulação, quando reforçado por reações punitivas da família, cria um ciclo destrutivo: o jovem se vê como incapaz, reduz o esforço por acreditar que não adianta tentar, obtém resultados ainda piores e confirma sua crença limitante. A autoestima em construção torna estudantes particularmente vulneráveis ao impacto do boletim. Na infância e adolescência, a aprovação externa pesa significativamente na formação da autoimagem. Quando o documento chega repleto de notas baixas e comentários negativos, o estudante pode sentir que decepcionou todos ao seu redor. Esse sentimento de fracasso frequentemente se traduz em vergonha, isolamento e resistência aos estudos. Por outro lado, crianças submetidas a cobranças excessivas por desempenho perfeito desenvolvem ansiedade, medo paralisante de errar e perfeccionismo disfuncional. Esses estudantes podem apresentar sintomas físicos como dores de cabeça, problemas gastrointestinais e insônia nos dias que antecedem a entrega do boletim. O medo de decepcionar os pais compromete não apenas o aprendizado, mas também a saúde mental. Reações familiares que agravam o impacto A forma como os responsáveis recebem o boletim define o tom de todo o processo subsequente. Explosões de raiva, castigos severos, privação de atividades prazerosas ou comparações com irmãos raramente produzem os resultados desejados. Essas abordagens geram ressentimento, medo e, paradoxalmente, ainda mais dificuldade de aprendizagem. "O momento de receber o boletim deveria ser tratado como uma oportunidade de entender o que está acontecendo com o estudante, e não apenas como prestação de contas de notas e conceitos", observa Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto.Pais que transformam o documento em instrumento de punição perdem a chance de usar essas informações como ponto de partida para conversas construtivas. Famílias que projetam suas próprias frustrações acadêmicas nos filhos criam uma camada adicional de pressão. Comentários como "eu sempre fui bom aluno, não entendo por que você não consegue" ou "seu irmão nunca tirou uma nota dessas" diminuem a autoconfiança e aumentam a sensação de inadequação. O estudante passa a carregar não apenas suas próprias expectativas, mas também os sonhos não realizados dos pais. Sinais que o boletim pode revelar A queda de rendimento frequentemente sinaliza situações que transcendem a falta de estudo. Mudança de escola, nascimento de um irmão, separação dos pais, conflitos com colegas, questões de saúde física ou mental, dificuldades de adaptação a professores, problemas de sono ou sinais de bullying podem se manifestar através do desempenho acadêmico. Crianças e adolescentes nem sempre possuem maturidade emocional para comunicar diretamente suas dificuldades. O boletim com notas baixas pode ser o sintoma, não a doença. Um estudante que participava ativamente e apresenta queda brusca de rendimento está pedindo ajuda de forma indireta. Cabe à família investigar com empatia o que está acontecendo, em vez de simplesmente cobrar melhores resultados. As observações pedagógicas que acompanham os números merecem atenção especial. Quando um professor registra que o aluno "demonstra dificuldade em manter a concentração" ou "precisa desenvolver maior autonomia", está oferecendo pistas valiosas sobre o processo de aprendizagem. Essas anotações devem ser lidas como sinalizações de áreas que necessitam suporte, não como críticas destrutivas. Construindo diálogos em vez de confrontos O momento de conversar sobre o boletim exige preparação emocional dos responsáveis. Antes de chamar o estudante para uma conversa, os pais devem processar suas próprias reações. Respirar fundo, ler o documento com calma e planejar uma abordagem construtiva evita que a emoção inicial domine a interação. A conversa deve começar com escuta ativa. Perguntas como "como você se sente em relação a essas notas?" ou "o que você acha que dificultou seu desempenho neste bimestre?" abrem espaço para que o estudante se expresse. Muitas vezes, ele já sabe onde estão os problemas e tem ideias sobre como melhorar. Permitir que ele participe ativamente da busca por soluções desenvolve autonomia e responsabilidade. Reconhecer os acertos é tão importante quanto discutir as dificuldades. Um boletim que traz notas baixas em algumas disciplinas provavelmente também apresenta aspectos positivos. Começar a conversa valorizando os progressos, por menores que sejam, cria um ambiente mais receptivo para discutir os desafios. O reforço positivo funciona melhor que a punição exclusiva. Estabelecendo expectativas realistas Cada estudante possui ritmo próprio de aprendizagem. Comparar o desempenho de um filho com o de colegas, irmãos ou com as próprias notas dos pais na infância desconsidera as particularidades individuais. A pergunta central deve ser: houve evolução em relação ao ponto de partida deste estudante? Ele está progredindo, mesmo que em ritmo diferente? Estabelecer metas alcançáveis é fundamental. Um estudante que tira 4,0 em matemática não precisa necessariamente alcançar 10,0 no próximo bimestre. Uma meta intermediária de 6,0 ou 6,5 pode ser mais realista e motivadora. Pequenas vitórias consecutivas constroem confiança e incentivam o esforço contínuo. O reconhecimento do esforço deve prevalecer sobre o elogio exclusivo ao resultado. Frases como "vi que você se dedicou bastante, continue assim" são mais construtivas que "você é muito inteligente". A primeira abordagem valoriza o processo e incentiva a persistência. A segunda pode criar a crença de que sucesso depende apenas de talento inato, desencorajando o esforço quando surgem dificuldades. Rotinas que sustentam o aprendizado Estabelecer horários regulares de estudo, criar um espaço adequado para a realização das tarefas e limitar distrações durante o período dedicado aos estudos são responsabilidades compartilhadas entre família e escola. Essa rotina precisa ser construída com a participação do estudante, não imposta autoritariamente. O acompanhamento dos pais deve evitar a supervisão opressiva. A tarefa de casa deve ser realizada pelo estudante, cabendo aos responsáveis a revisão posterior e o apoio quando surgem dúvidas. Fazer as tarefas pelo filho ou corrigi-las antes que sejam entregues ao professor impede que o estudante desenvolva autonomia e priva o educador de informações importantes sobre o processo de aprendizagem. A tecnologia merece atenção especial. Celulares, tablets e videogames competem constantemente pela atenção dos estudantes. Estabelecer limites saudáveis, com horários definidos para uso recreativo e períodos livres de telas durante os estudos, ajuda a manter o foco. O exemplo familiar é determinante: pais que passam horas em seus celulares terão dificuldade em convencer filhos a limitar o próprio uso. Quando buscar ajuda profissional Persistência de dificuldades apesar dos esforços combinados de família e escola pode indicar a necessidade de avaliação especializada. Psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos e outros profissionais podem identificar questões subjacentes que interferem no aprendizado. Transtornos como dislexia, discalculia, TDAH, ansiedade e depressão afetam diretamente o desempenho acadêmico. O diagnóstico precoce permite intervenções mais eficazes. No entanto, é essencial evitar a patologização excessiva: nem toda dificuldade escolar indica um transtorno. Muitas vezes, ajustes na rotina, mudanças na abordagem pedagógica e apoio emocional adequado são suficientes para que o estudante supere suas dificuldades. O boletim escolar é ferramenta de comunicação entre escola, família e estudante. Transformá-lo em fonte de conflito, vergonha ou punição desperdiça seu potencial educativo e pode causar danos emocionais duradouros. Quando utilizado com empatia e foco no desenvolvimento integral do estudante, esse documento se torna aliado valioso na construção de uma trajetória escolar significativa e saudável. O sucesso acadêmico importa, mas jamais deve custar a autoestima, a saúde mental ou o prazer de aprender.Para saber mais sobre boletim, acesse https://educador.brasilescola.uol.com.br/sugestoes-pais-professores/recebendo-boletim.htm e https://www.agazeta.com.br/es/gv/saiba-como-os-pais-podem-turbinar-o-boletim-dos-filhos-0318    


Data: 13/02/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

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