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Alunos do Anglo Salto exploram a cultura brasileira com infográficos

Os estudantes dos 4ºs anos A e B participaram de uma atividade que uniu cultura brasileira, pesquisa, criatividade e trabalho em equipe em uma experiência de aprendizagem envolvente. Orientados pela professora Letícia, de Língua Portuguesa, os estudantes exploraram o gênero textual infográfico por meio de uma proposta que incentivou a investigação, a organização de informações e a produção colaborativa de conhecimento. O tema escolhido para a atividade foi as brincadeiras populares das diferentes regiões do Brasil. Divididos em grupos, os alunos pesquisaram tradições culturais, selecionaram informações e produziram infográficos em formato de cartazes, representando as características de cada região do país de maneira visual e dinâmica.   O desafio de transformar pesquisa em informação clara A proposta desenvolvida no Anglo Salto teve como principal objetivo ensinar aos alunos como organizar e apresentar informações de maneira objetiva e visualmente atrativa. Para isso, os estudantes precisaram compreender as características do infográfico, gênero textual que combina imagens, dados e pequenos textos para facilitar a comunicação de conteúdos. Durante a atividade, os grupos pesquisaram brincadeiras típicas de cada região brasileira, descobrindo curiosidades culturais e percebendo como diferentes tradições fazem parte da identidade do país. Entre os temas pesquisados apareceram brincadeiras como amarelinha, peteca, pião, bola de gude, ciranda e outras atividades tradicionais que atravessam gerações. Ao longo do processo, os alunos foram incentivados a selecionar informações relevantes, resumir conteúdos e pensar em maneiras criativas de transmitir o que aprenderam.  Importância  Esse exercício é especialmente didático em um cenário em que crianças e adultos convivem diariamente com um grande fluxo de informações. Aprender a pesquisar, interpretar conteúdos e identificar o que é realmente importante tornou-se uma habilidade ímpar dentro e fora da escola. A atividade também permitiu que os estudantes desenvolvessem competências relacionadas à leitura, interpretação de texto e síntese de ideias. Produzir um infográfico exige atenção aos detalhes, planejamento e capacidade de transformar conteúdos complexos em mensagens rápidas e acessíveis. Trabalho em equipe fortaleceu aprendizado  Outro destaque da proposta foi o envolvimento dos alunos em todas as etapas do trabalho. Desde a divisão dos temas até a finalização dos cartazes, os estudantes participaram ativamente das decisões, colaboraram entre si e compartilharam ideias durante todo o processo. Em sala de aula, o clima foi marcado por entusiasmo, criatividade e cooperação. Enquanto alguns alunos pesquisavam informações, outros organizavam os textos, desenhavam ilustrações, escolhiam cores ou pensavam na melhor forma de distribuir os elementos no cartaz.  Em muitos momentos, os grupos precisaram dialogar, ouvir opiniões diferentes e chegar a acordos sobre como apresentar as informações. Essas experiências fortalecem habilidades socioemocionais fundamentais, como empatia, respeito, comunicação e cooperação. A criatividade esteve presente em cada detalhe dos cartazes. Os grupos exploraram diferentes formatos visuais, utilizaram desenhos, símbolos, cores e títulos chamativos para tornar os infográficos mais atrativos e fáceis de compreender.  Aprender de forma significativa  A produção dos infográficos também demonstrou como atividades interdisciplinares podem tornar o aprendizado mais dinâmico e conectado à realidade dos estudantes. Veja nesta matéria Interdisciplinaridade | Colégio Anglo Salto. Ao unir Língua Portuguesa, cultura brasileira e comunicação visual, a proposta permitiu que os alunos compreendessem os conteúdos de maneira prática e contextualizada. Outro benefício importante foi o fortalecimento da autonomia dos estudantes. Durante o desenvolvimento da atividade, eles precisaram tomar decisões, organizar tarefas e administrar o tempo para concluir os trabalhos em grupo. Essas experiências ajudam a construir responsabilidade, confiança e independência. A valorização da cultura brasileira também teve papel fundamental na proposta e está sempre presente no colégio, veja nesta matéria Folclore | Colégio Anglo Salto. Ao conhecer brincadeiras populares de diferentes regiões, os alunos ampliaram o olhar sobre a diversidade cultural do país e compreenderam como tradições simples podem carregar histórias, costumes e identidades importantes para diferentes comunidades. Entre pesquisas, cartazes coloridos, debates e momentos de descontração, os estudantes vivenciaram uma aprendizagem leve, participativa e significativa. A atividade mostrou que aprender pode ser prazeroso quando o conhecimento faz sentido e desperta curiosidade nos alunos.   Veja mais no blog:  A importância do acolhimento | Anglo Salto e Como estudar | Colégio Anglo Salto  


Data: 15/05/2026

Confiança na fala se desenvolve com prática e acolhimento

A confiança para falar em público começa a ser construída em situações comuns da infância, como responder a uma pergunta, contar uma experiência, explicar uma brincadeira, relatar o que aprendeu ou participar de uma roda de conversa. Antes de envolver apresentações formais, essa habilidade depende de oportunidades frequentes de expressão, escuta atenta e respeito ao ritmo de cada criança. No ambiente escolar e familiar, a fala em público não deve ser tratada como uma competência restrita a alunos extrovertidos. Crianças tímidas também podem desenvolver segurança para se comunicar, desde que encontrem condições adequadas para participar sem pressão excessiva, comparações ou exposição constrangedora.   O objetivo não é eliminar completamente o nervosismo. Sentir algum desconforto antes de falar diante de outras pessoas é comum em diferentes idades. A questão principal é evitar que o medo impeça a criança de se expressar, fazer perguntas, apresentar ideias e participar das atividades escolares.   Oralidade aparece no cotidiano O desenvolvimento da fala em público começa em situações simples. Quando a criança conta como foi o fim de semana, explica as regras de um jogo, apresenta um desenho ou relata uma descoberta, ela organiza pensamentos, escolhe palavras, constrói frases e percebe a reação de quem escuta. Essas experiências ajudam a desenvolver linguagem, memória, atenção, sequência lógica e capacidade de argumentação. A oralidade também interfere na aprendizagem, porque a criança muitas vezes compreende melhor uma ideia quando precisa explicá-la a outra pessoa. Derval Fagundes de Oliveira, diretor do Colégio Anglo Salto, de Salto (SP), observa que a segurança para falar se forma de maneira gradual. “A criança precisa perceber que pode se expressar, ser ouvida e receber apoio, mesmo quando ainda está aprendendo a organizar melhor suas ideias”, afirma.   Essa compreensão ajuda adultos a ajustarem as expectativas. Esquecer uma palavra, falar baixo, rir de nervoso, perder a sequência ou precisar de ajuda não significa fracasso. São comportamentos que podem aparecer no processo de aprendizagem e exigem orientação adequada.   Exposição deve ser progressiva A exposição forçada tende a aumentar a insegurança em crianças que demonstram medo intenso de falar diante dos outros. Por isso, o estímulo deve ser feito em etapas, com situações de menor complexidade antes das apresentações para grupos maiores. Uma criança pode começar participando de conversas em pequenos grupos, lendo uma frase com apoio, apresentando uma atividade em dupla ou explicando algo para poucos colegas. Com o tempo, pode avançar para momentos mais estruturados, como leitura em voz alta, dramatizações, seminários ou apresentação de trabalhos. Essa progressão permite que a criança teste sua fala, reconheça avanços e perceba que consegue participar. O apoio do professor é importante para organizar formatos variados e garantir que a atividade não se transforme em uma experiência de julgamento público. A preparação também contribui para reduzir a ansiedade. Ensinar a criança a organizar começo, meio e fim de uma fala, selecionar informações principais e usar um material de apoio simples ajuda a dar previsibilidade. Ao mesmo tempo, roteiros decorados de forma rígida podem aumentar a tensão diante de qualquer esquecimento.   Família pode estimular sem pressionar Em casa, o estímulo à fala pode ocorrer de forma natural. Conversas durante as refeições, perguntas sobre o dia, participação em pequenas decisões familiares, leitura compartilhada e relatos de experiências criam oportunidades para a criança se expressar. O adulto ajuda quando escuta até o fim, faz perguntas abertas e demonstra interesse pelo que a criança diz. Interrupções frequentes, correções a cada frase ou cobranças para que ela fale diante de visitas podem ter efeito contrário, especialmente quando a criança já apresenta insegurança. Isso não significa ignorar dificuldades de linguagem ou de organização da fala. A correção pode ocorrer de forma cuidadosa, sem quebrar o fluxo da conversa. Muitas vezes, reformular corretamente uma frase depois que a criança termina de falar é mais produtivo do que interrompê-la para apontar o erro.   Também é importante evitar comparações entre irmãos, colegas ou familiares. Cada criança apresenta um ritmo próprio de participação. Algumas falam com facilidade desde cedo; outras observam mais, precisam de tempo para se sentir seguras e preferem começar em contextos menores.   Escola precisa cuidar da escuta   A confiança para falar depende da qualidade do ambiente em que a criança se expressa. Salas em que erros viram motivo de riso, interrupções são frequentes ou apenas os alunos mais desinibidos têm espaço tendem a inibir a participação de parte da turma. A escola contribui quando organiza situações de fala com regras claras de escuta, respeito ao tempo de cada um e valorização dos avanços individuais. Para uma criança, levantar a mão e fazer uma pergunta pode representar progresso. Para outra, o desafio pode ser falar com mais clareza ou aprender a ouvir o colega sem interromper. “O falar em público deve ser trabalhado como habilidade em desenvolvimento, não como uma característica fixa da personalidade do aluno”, avalia Derval Fagundes de Oliveira. Atividades lúdicas também ajudam. Teatro, contação de histórias, jogos de perguntas, leitura compartilhada, criação de narrativas e brincadeiras de faz de conta permitem que a criança experimente a fala em contextos menos formais. O uso de objetos, imagens, cartazes ou produções próprias pode servir como apoio para organizar ideias e reduzir a sensação de exposição direta.   Quando o medo exige atenção Timidez não deve ser tratada automaticamente como problema. Uma criança tímida pode participar bem quando encontra ambientes previsíveis, respeitosos e compatíveis com seu modo de se expressar. A atenção precisa ser maior quando o medo provoca sofrimento intenso, esquiva constante, bloqueio em situações simples ou prejuízo nas relações escolares. Nesses casos, família e escola devem observar em que momentos a dificuldade aparece, como a criança reage, quais situações aumentam a tensão e que tipos de apoio produzem melhora. Quando necessário, a orientação de profissionais especializados pode ajudar a compreender fatores emocionais, sociais ou de linguagem envolvidos. A avaliação de apresentações escolares também precisa ser formativa. Critérios como clareza, organização, participação e esforço podem ser trabalhados sem exposição constrangedora. A devolutiva deve indicar avanços e pontos de melhoria, para que a criança saiba como se preparar melhor nas próximas oportunidades. Na rotina, o falar em público se fortalece quando a criança encontra espaço para perguntar, explicar, narrar e opinar. A prática frequente, o apoio dos adultos e o respeito ao ritmo individual ajudam a construir uma relação mais segura com a própria voz, dentro e fora da sala de aula. Para saber mais sobre o assunto, visite: Ohttps://www.ccfmadvocacia.com.br/noticia/7-maneiras-de-ajudar-as-criancas-a-falar-em-publico/2132 e https://www.sp.senac.br/blog/artigo/como-perder-o-medo-de-falar-em-publico    


Data: 13/05/2026

Práticas mostram a força das metodologias ativas no Anglo Salto

Já percebeu como as crianças aprendem muito mais quando podem mexer, experimentar e ver as coisas acontecendo de verdade? É exatamente isso que o Anglo Salto coloca em prática todos os dias. Aprender não fica só no livro ou na explicação da professora: os alunos vivem o conteúdo, testam ideias e descobrem respostas com as próprias mãos. É metodologia ativa de verdade! Um exemplo foi o 3º ano A, em que os alunos aprenderam sobre os diferentes tipos de solo. Eles colocaram a mão na massa mesmo: mexeram em amostras de argila, areia e terra orgânica, observaram cor, textura e composição. Depois, fizeram um teste bem interessante: jogaram água em cada tipo de solo e viram como cada um se comporta. Essa forma de ensinar faz parte das chamadas metodologias ativas, que estão cada vez mais presentes na educação moderna e aparecem na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). A proposta é que o aluno passe a ser parte principal da aprendizagem. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), essas metodologias envolvem estratégias pedagógicas que estimulam a autonomia, a investigação, a resolução de problemas e a construção do conhecimento a partir da participação do estudante em atividades interativas e contextualizadas.   Aprender fazendo No Anglo Salto, as aulas são pensadas para que os estudantes participem, investiguem, errem, tentem de novo e construam o conhecimento de forma mais leve e natural. E isso faz toda a diferença no interesse e no entendimento deles. Esse tipo de aprendizado ajuda a desenvolver habilidades como curiosidade, autonomia, trabalho em grupo e até mais confiança para se expressar. A BNCC reforça exatamente isso: a importância de uma escola que incentive a participação e a investigação, como o Anglo Salto realiza em todas as etapas do ensino.   Experiências de verdade Diversas atividades seguem esse caminho. No 5º ano A, o tema foi o ciclo da água. Depois de estudar o conteúdo em sala, os alunos construíram um terrário dentro de um aquário. Seguindo as orientações da professora Daiane, eles colocaram pedras, carvão, terra adubada e pequenas plantas. Depois de tudo montado e fechado, o terrário virou um pequeno ambiente “vivo”, onde foi possível observar fenômenos como evaporação e condensação acontecendo ali mesmo, dentro do recipiente. Ou seja, o conteúdo saiu do papel e virou algo visível no dia a dia dos alunos. Nos 7º anos A e B, os estudantes também tiveram uma experiência nas aulas de Ciências com a professora Camila Galvão. Eles fizeram experimentos para entender melhor as propriedades do ar. Com atividades práticas, conseguiram perceber conceitos como peso, volume, compressibilidade e resistência de um jeito muito mais fácil de entender. Essas experiências mostram que o aprendizado fica mais efetivo e ajuda não só nas provas e no desempenho escolar, mas também na vida. E é justamente isso que o Anglo Salto busca todos os dias: uma escola viva.   Uma escolha que faz a diferença Hoje, muitas famílias procuram uma escola que vá além do básico. Escolher uma escola que trabalha com metodologias ativas é apostar em um aprendizado mais completo, mais leve e mais conectado com a realidade dos alunos. No Anglo Salto, isso faz parte da rotina, resultando em alunos mais envolvidos, confiantes e muito mais preparados para o que vem pela frente.   Veja mais no blog: Metodologias ativas | Colégio Anglo Salto e Aprender | Colégio Anglo Salto   


Data: 11/05/2026

Anglo Salto

Por que estudar na nossa Escola?

Com muita alegria, os alunos do Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano) do Colégio Anglo Cidade de Salto receberam os familiares e amigos para a realização da Noite dos Pais. O evento, com decoração de máscaras, teve como objetivo celebrar o programa “Líder em Mim” em nossa escola e apresentar os 8 hábitos de maneira dinâmica e significativa.

Diferenciais

Nossa escola também é DIGITAL e os alunos tem a disposição a nova era da Educação! Confira nossas Edtechs.

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Nossa Escola, o Colégio

Para nós, uma educação de excelência se faz com ótimos professores, com um material didático de ponta, com um ambiente de aprendizagem estimulante e confortável, com acolhimento e com projetos eficientes. Desde que tudo isso esteja junto.

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Aprovados 2026

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